literatura infantil, narração oral

Contando histórias para os pequeninos

No mês de agosto o projeto LerBrincar foi convidado para contar histórias na escolinha Infantil Cantinho Meu aqui na cidade de Ourinhos/SP.

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eventos, literatura infantil, narração oral

LerBrincar em eventos

O projeto LerBrincar visa fomentar a leitura nas crianças da faixa etária de 2 a 10 anos, com uso da atividade de contação de histórias e atividades lúdicas, como cantigas de roda e brincadeiras tradicionais, buscando assim resgatar e valorizar a cultura local, valores éticos e morais tão necessários para a vida em sociedade.

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literatura infantil, narração oral, Pessoas Especiais, voluntariado

2017: Acampalendo Biblioteca Municipal

(Eliana Nogueira, Lia Ferrer e Titi)

1º Acampalendo – Janeiro : narração oral com personagem viva. História baseada no livro de Patrícia Santana ” Minha mãe é negra sim”

(Titi Narradora Oral e Eliana Nogueira, personagem Margarida)


2º Acampalendo – Julho

Titi e Emília se encontram no segundo Acampalendo e junto com a garotada compartilham histórias e muitas brincadeiras.

Foi pura diversão. Adoramos o convite ! Muito bom estar na biblioteca com pessoas queridas, acolhedoras. Gratidão por esta oportunidade Lia Ferrer e Silvinha Velo 😊😊😊😊

Pessoas Especiais, Semana Literária

2016: FLOU ( Feira literária de Ourinhos)

O ano passado participei na FLou – Feira Literária de Ourinhos, como ouvinte. E no dia da oficina “Fotografia e Literatura”, com o pesquisador da PUC Marco Aurélio Olimpo, tive uma tarde muito especial. Além da palestra maravilhosa, com todo com tanta bagagem e carisma de Marco Aurélio, conheci também pessoas maravilhosas, mas uma delas se tornaria uma grande amiga e parceira na minha trajetória como narradora oral. Esta figura ímpar, pequena, com a primeira impressão de poucos amigos ( Rsrsrs) chama-se Eliana Nogueira.

Nossa amizade ficou marcada por uma garrafinha de água, que a pessoa aqui, sempre esquece de carregar. Estávamos numa tenda, num dia muito quente, e eu que não sei ficar de boca fechada, estava com a garganta seca. Bem, certo é, que eu já estava tentando puxar uma prosa com essa figurinha, que não estava a fim, pois estava muito concentrada na oficina (não que eu não estivesse, mas é que tenho TDAH, e não consigo mesmo ficar quieta por muito tempo). E quando a Eliana tirou uma garrafinha de água para tomar, eu falei ( mais para puxar assunto) ” nossa, estou com uma sede também, não estou vendo bebedouro por aqui”. Na tentativa de me fazer ficar quieta, ela tirou da sua bolsa outra garrafinha d’água e me deu ( Rsrsrs). Mas eu fiquei tão agradecida, que quis conhecê-la mais ainda. Não deu certo esse plano. Só sei que ao final do curso já estávamos conectadas, pois houve um momento de troca de experiências na oficina, que cada um tinha que falar um pouco de si. Foi aí que disparou um gatilho de união. Descobrimos que tínhamos muita coisa em comum, inclusive uma recuperação de depressão em andamento.

Desse dia em diante nos tornamos grandes amigas. Uma sempre apoiando a outra, puxando a orelha, pois não sei quem é mais teimosa, mas o mais importante é que sempre estamos juntas, mesmo quando não conseguimos nos encontrar pessoalmente, pois damos um jeito de nos falarmos pelo whtasapp , gravamos vídeo uma para outra e assim vai…

Realmente a minha psicóloga tinha razão sobre a importância da amizade para o desenvolvimento emocional; antes eu era muito fechada, só tinha colegas. Hoje entendo que o apoio de uma verdadeira amizade torna-se fonte de segurança externa como também apoio psicológico, pois ela proporciona o apoio social, compartilhamento de experiências, interesses, memórias, pensamentos, sentimentos e emoções.

Com a Eliana aprendi que abençoados são os que tem amigos, porque amigo não se pede, não se compra nem se vende. Se conquista. Amigo a gente sente no coração!

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Depois dessa amizade, percebi que fiquei mais aberta e outras boas amizades apareceram na minha vida. Mas isso já é assunto para o outro artigo.

Grande abraço a todos,

Titi DaquiDali

indicação leitura

Leituras da Titi: “Sobrevivi para contar”

Comprei este livro nas férias de janeiro de 2012 e ao iniciar a leitura, não conseguia mais parar , era muito intensa aquela história. Li em 4 dias, e quando terminei, fiquei dias refletindo, como se estivesse digerindo cada palavra.

Sobrevivi para Contar é uma biografia forte, que nos leva à reflexão: estamos valorizando o que temos e que pode ser o Bem mais precioso que temos???

Trata-se da história da jovem africana Immaculée Ilibagiza, que perdeu quase toda a família trucidada em dos mais sangrentos genocídios dos últimos tempos, em Ruanda no ano de 1994. Ela relata como conseguiu escapar dos algozes, os extremistas étnicos hutus, buscando forças no poder da fé e do pensamento positivo. Passou três meses confinada num banheiro minúsculo com mais sete mulheres famintas e aterrorizadas, sem condições mínimas de higiene, saúde e alimentação, lutando contra o desespero e ouvindo as vozes dos assassinos que queriam matá-la cruelmente.
Este livro é uma contribuição preciosa à literatura que tenta dar algum sentido à depravação aparentemente sem fim da humanidade.

Esta história poderia ser comparada ao Diário de Anne Frank, se não tivesse tido um final feliz. Immaculée foi salva pelas forças da ONU com a ajuda de soldados tútsi da FPR (Força Patriótica de Ruanda), emigrou para os Estados Unidos, onde passou a trabalhar para as Nações Unidas, em Nova York, casou-se e reconstruiu a vida. Atualmente, direciona seus esforços à organização que criou para amparar sobreviventes de guerras e genocídios.

Verdadeiramente esta é uma história de grande lição de vida. Super recomendo !

Abraço,

Titi DaquiDali

literatura infantil, narração oral, voluntariado

2016: participação dia das crianças na Pastoral

O ano passado, na semana das crianças, tive mais uma ocasião com meus amigos do primeiro curso de contação de histórias. Dessa vez a participação foi quase 100%, só não foi possível a Odirlei, nossa psicóloga que veio do Mato Grosso , na época, para fazer o curso. Então a distância dificulta né?!!

Eu, Jaqueline, Sueli e Gilson contamos histórias e brincamos com as crianças da pastoral da igreja da VL Musa, aqui em Ourinhos/SP. O convite veio de uma amiga muito querida, Eliana Nogueira.

E assim, a vida foi seguindo e cada um também . Depois disso não conseguimos nos reunir mais. No peito guardo a saudades de todos !

narração oral, Semana Literária, voluntariado

Participação 5ª Semana Literária Biblioteca Lydia Frayse / Ourinhos

Em novembro de 2016 tive a rica experiência e oportunidade de participar da 5ª Semana Literária na biblioteca Lydia Frayse, junto aos meus dois amigos do 1º curso de contação de histórias: a Jaqueline e o Gilson.

Foi uma das minhas primeiras aparições com um público maior, confesso que a insegurança e o nervosismo estavam presentes, mas ao pisar no palco tudo some e ali basta o improviso, caso esqueçamos alguma coisa. O importante é manter a postura e auto confiança, focar na história que irá narrar e tudo irá bem.

A história que escolhi para narrar foi “Minha mãe é negra sim, de Patrícia Santana “, sobre o garoto Eno, que é levado a se perguntar pela sua origem. Negro, percebe o preconceito da professora que sugere que ele pinte o desenho da mãe, negra, de amarelo por ser uma cor mais bonita. Uma bela reflexão para crianças e adultos.

Sou muito grata por esta oportunidade que a biblioteca nos proporcionou , pois foi fundamental para que outras pessoas conhecessem nosso trabalho. Ali foi uma porta que se abriu.

Depois, muitas histórias surgiram. Logo contarei. Aguardem os próximos posts.

Grande abraço a você que está lendo este artigo,

Titi DaquiDali

Cursos, narração oral, Pessoas Especiais

Minha Base: onde tudo começou

Tudo começou em janeiro de 2016, quando minha terapeuta disse que eu precisava buscar fazer alguma coisa, ligada a minha área profissional – educação- a fim de me ajudar a sair da depressão e pânico gerada pelo estresse da sobrecarga do trabalho.

Eu estava num estágio, que nada tinha graça, e nada parecia ter solução. Mas um dia, com muito custo, resolvi ir à Biblioteca Municipal e, ao entrar encontrei uma ex aluna, hoje já cursando faculdade, que me recebeu com um abraço caloroso e disse ” professora lembro- me até hoje das aulas de leitura que você lecionava para minha turma, na 5ª série. Recordo até o livro que lia pra gente, semanalmente.” E nessa conversa, juntamente com a agente cultural de lá, saí motivada a procurar um curso de contação de histórias.

Logo, encontrei uma pessoa maravilhosa, rica em transmitir conhecimentos, a contadora de histórias, fonoaudióloga, especialista em linguagem, Cinthia Siqueira. Foi ela quem tirou de dentro de mim a contadora de histórias, que estava adormecida .

Nosso curso com a Cínthia foi aconchegante, éramos uma turma de 5 integrantes. Nos tornamos grandes amigos, e chegamos atuar , contando histórias em alguns eventos. No entanto, depois, cada um foi seguindo seu caminho, seus interesses, mas certo é que, nunca perdemos o contato, e sempre procuramos motivar uns aos outros, porque sabemos que podemos, que somos capazes. E tudo graças à nossa mestra Cinthia . Eterna Gratidão , minha querida! E aos meus amigos de curso: Jaqueline, Sueli, Odirlei e Gilson muito sucesso na carreira narrativa. Saudades imensa de todos !